Com
o grave período de estiagem que atinge todo o Estado do Ceará, considerado um
dos piores dos últimos 40 anos, 70 açudes, dos 139 monitorados pela Companhia
de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), apresentam volume abaixo de 30%.
Dentre
estes, 6 reservatórios apresentam uma situação ainda mais crítica, onde o
volume de água não supera 8%. Em Pirabibu, localizado no município de Tauá, e
Quixabinha, no município de Mauriti, os volumes chegam apenas a 5% de suas
capacidades. Situação parecida encontra-se o Açude Cipoada (6%), Souza (8%),
Broco (5%) e Potiretama (8%).
Atualmente
o único reservatório que acumula um volume acima de 90% é o açude Gavião,
reservatório que está com 31 milhões de m3 de água, o que representa 93% da sua
capacidade total.
De
acordo com o Cogerh, de janeiro de 2012 a fevereiro deste ano o volume
acumulado no Estado caiu cerca de 25%. No início de 2012 o volume era de
70,93%, porém, atualmente, o volume acumulado é de apenas 45,86%.
No
entanto, conforme o Cogerh, o volume acumulado nos reservatórios cearenses é de
8 bilhões de metros cúbicos de água, quantidade considerada aceitável pelos
técnicos da Companhia diante do quadro de estiagem que afeta o Estado.
Em
busca de minimizar os efeitos da estiagem, o governo investirá cerca de R$ 6
bilhões em ações que visam combater os efeitos da seca, dentre as quais estão a
construção de adutoras, cisternas de placas e a recuperação de poços
artesianos.







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